Das Investigações do Consumo – A permanente busca pelo desconhecido

Busca pelo Desconhecido 1

Ontem, escrevi uma base sobre as diferentes formas “do consumir”, entre a necessidade e o desejo. Hoje, vamos direto ao ponto e falar sobre ele…

Ainda que não o vejamos, sabemos que existe.

Ainda que não o encontremos, não desistimos de procurar.

Ainda que existam vários, nunca será o suficiente.

A nossa sobrevivência depende daquele que muitas vezes não se vê, mas tanto desejamos, procuramos e nos direcionamos. Estou falando sobre o consumidor.

Já que toda empresa visa lucro, como conquistar quem consuma seus produtos, permanentemente, em detrimento de outros dos concorrentes e permitam, assim, com que a sua empresa cresça e se fortaleça?

Como alcançar a sua fidelidade e fazer com que sejamos o suficiente para suprir suas necessidades?

Não há empresa, por maior e mais experiente que seja, que em algum momento não erre, cometa algum tropeço e deixe de oferecer o que deveria, ou ofereça o que não deveria.

Meios para evitar essas falhas e métodos para maximizar os acertos são os principais objetivos de todos, por isso tantos especialistas, técnicas, idéias, filosofias, práticas, inovações, apelos, campanhas.

Se você é casado, ou namora e desconhece os gostos, expectativas e desejos de quem está ao seu lado, fatalmente errará… o único meio, nesse caso, é ir mais a fundo e saber o quanto antes, quem está ao teu lado.

Em uma relação conjugal temos a vantagem (na maioria dos casos) de um “pacto” de fidelidade, onde quando uma das partes descumpre, sabe que será penalizada e sofrerá seqüelas dessa atitude.

Assim também pode ser com a sua empresa. O seu consumidor também pode ter a sensação de infidelidade quando deixa de comprar a sua marca, não pelo aspecto moral, mas sim, pelo funcional, quando o outro produto comprado não oferece as mesmas vantagens na relação custo/benefício.

O preço de desconhecer o seu parceiro implica em reações desagradáveis, para as duas partes.

Isso me lembra a história do Wal Mart, a maior rede varejista do mundo, quando chegou ao Brasil, com todo o seu capital e força, cometeu erros grosseiros, por desconhecer a quem buscava.

Em seus produtos, vendiam tacos e bolsas de golfe

Você já reparou que o pãozinho francês é vendido sempre no fundo do supermercado?

Isso porque gera pouco lucro e muito interesse, assim, faz com que o comprador passeie por todo o supermercado, vendo todas as promoções e produtos, para só depois, chegar ao objetivo, nesse momento, com o carrinho com mais produtos.

Bom, no Wal Mart, o pãozinho estava logo na entrada. Isso para não falar da enorme estrutura que construíram, fazendo um teto que podia suportar toneladas de neve.

Conhecer de menos dá prejuízo demais.

Os mestres são os que consequem oferecer algo que não se tem referência e mesmo assim o consumidor aceita. Cria-se então um conceito inexistente, com todos os seus riscos e, caso seja bem visto pelo consumidor, benefícios.

O problema é que as empresas não aceitam perder um mercado que, em teoria, podia ser delas, ainda que não seja no momento, nesse caso, se aventuram e cometem inúmeros tropeços.

Amanhã tem mais…

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